Revista Thêma et Scientia
Os protocolos de proteção radiológica e o risco de exposição excessiva a radiação do fluordesoxiglicose aos colaboradores do pet/ct
By Lara Molina Aguiar, Marana Musskopf Alves, Vanessa Lima de Souza Lopes and 1 others.
Abstract
A Tomografia por Emissão de Posítrons (PET/CT) é um aparelho cujo objetivo principal é visualizar as estruturas do corpo humano e identificar lesões, principalmente na oncologia, onde é um forte aliado para detectar células cancerígenas. Trata-se de um exame funcional, em que a PET identifica o funcionamento do corpo humano em nível molecular e a CT facilita a localização dos achados evidenciados pelo PET. Mas para isso acontecer, necessita de um radiofármaco o mais utilizado é o fluordesoxiglicose (FDG), uma medicação radioativa endovenosa, onde esta emite radiação. A proteção se torna mais complexa devido à possibilidade de contaminação durante o manuseio do FDG, isso pode acontecer pelo contato de superfícies contaminadas ou também pelo fluído dos pacientes. Além disso, após o paciente receber o material radioativo, ele se torna um emissor de radiação, por um tempo que depende da meia vida do radioisótopo. Além disso, após o paciente receber o material radioativo, ele se torna um emissor de radiação, por um tempo que depende da meia vida do radioisótopo o que se torna também um agravante ao profissional de saúde que está envolvido com o procedimento.





